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Reunião improvável do conceituado trompetista de jazz Paolo Fresu, colaborador habitual de músicos como Ralph Towner, Uri Caine ou Carla Bley, com o bandoneon de Daniele di Bonaventura e com as vozes únicas dos cantores do grupo A Filetta, originário da Córsega.
Um hino ao Mediterrâneo e a tudo o que ele simboliza e uma homenagem de grande força e espiritualidade a esta mística e rica tradição popular, baseada na polifonia vocal destes extraordinários cantores e nos rasgos de lirismo bem característicos do trompete de Fresu.
Paolo Fresu começou a estudar trompete aos onze anos na banda local da sua cidade natal. Em 1984 licenciou-se em trompete no Conservatório de Cagliari, e nesse mesmo ano obteve vários prémios como o ‘Melhor Talento Italiano em Jazz’ da RadioUno jazz, Musica Jazz e RadioCorriere TV. Em 1990 obteve o prémio “Top jazz” com a revista Musica Jazz como melhor músico italiano, melhor grupo (Paolo Fresu Quintet) e o prémio ‘Arrigo Polillo´ pela melhor gravação, Live in Montpellier. Em 1996 ele ganhou o título Melhor Músico Europeu com uma das suas composições para a Academia do jazz de Paris e o prestigiado Django d’Or como Melhor Músico de Jazz Europeu e em 2000 foi nomeado para o Melhor Músico Internacional. São alguns dos primeiros de uma série de prémios que se matém até hoje.